segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

PROFESSOR: Fique atento!!

 
  • Se o aluno aparenta preguiça ou desânimo,
  • Se o aluno apresenta dificuldade na pronúncia das palavras,
  • Se o aluno não atende aos chamados,
  • Se o aluno inclina a cabeça, procurando ouvir melhor,
  • Se o aluno usa palavras inadequadas e erradas, quando comparadas às palavras utilizadas por outras crianças da mesma idade,
  • Se o aluno não se interessa pelas atividades ou jogos em grupo,
  • Se o aluno é vergonhoso, retraído e/ou desconfiado,
  • Se fala muito alto ou muito baixo,
  • Se o aluno pede repetição freqüentemente.

ESSAS CARACTERÍSTICAS PODEM SINALIZAR A PERDA AUDITIVA OU ATÉ MESMO SURDEZ!

SE NA SUA CLASSE HOUVER ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA:
  • Converse com os pais. Verifique se eles sabem do problema e se estão procurando algum tipo de ajuda;
  • Seja sempre paciente. Em alguns casos é preciso falar de frente para que o aluno compreenda você.
  • Mesmo com uma pequena ajuda ele já será capaz de aprender;
  • Dê carinho e afeto. Toda criança precisa. Estimule também amizades entre este aluno e os outros.
  • No começo pode ser difícil, mas torna-se mais fácil com o tempo;
  • Compreenda o problema deste aluno. Saiba tudo sobre ele. Verifique se a perda de audição é temporária ou permanente, se é leve ou grave a ponto de impedir a comunicação do aluno, que então precisará de outros recursos e cuidados.
AJUDE O ALUNO A "OUVIR"
  • O aluno com perda auditiva leve ou severa, permanente ou temporária, deve sentar-se o mais perto possível do(a) professor(a); aquele que só escuta de um ouvido deve sentar-se de modo que o ouvido bom fique voltado para o(a) professor(a);
  • Se o aluno usar aparelho para surdez, pergunte à mãe como funciona e se as baterias são trocadas regularmente. Enfim, cuide você também para que haja sempre um aproveitamento máximo dó aparelho;
  • Agir com calma é fundamental se o aluno tiver dificuldade para entender você;
  • Fale olhando diretamente nos olhos dele;
  • Fale com simplicidade;
  • Não grite, fale claramente, sem elevar a voz;
  • Se muitos falam ao mesmo tempo e o aluno parece perdido, ajude-o com palavras simples e explicativas;
  • Reforce o conteúdo da fala, sempre que possível, com recursos visuais ou por escrito;
  • Lembre-se de não falar quando estiver de costas para os alunos escrevendo no quadro-negro, fale sempre de frente e de forma clara.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Os riscos do Bisfenol-A

Com a industrialização e a produção de itens em massa, vários materiais começaram a fazer parte de nossa vida. Um deles é o plástico. Se olharmos ao redor, veremos muitos produtos feitos com ele: garrafas, jarras, mamadeiras, etc. Porém, algumas substâncias químicas presentes nesses materiais podem fazer mal à saúde.
Um tipo de plástico chamado policarboneto, por exemplo, contém um ingrediente que tem sido alvo de pesquisas e polêmicas em alguns países - o Bisfenol-A. O motivo é simples: esse monômero foi classificado como um desregulador endócrino depois que estudos o relacionaram a diversas doenças.
"A composição química do Bisfenol-A é muito semelhante à do estrogênio. Assim, ele pode fazer o papel desse hormônio no organismo", afirma Elaine Frade Costa, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo (SBEM-SP). O perigo dessa similaridade com o estrógeno está ligado aos desequilíbrios no sistema endócrino, como puberdade precoce, câncer de mama e infertilidade.
Apesar de as pesquisas pelo mundo só terem sido realizadas com animais - por enquanto, pelo menos -, elas indicaram que o monômero foi o causador de males como diabetes, obesidade, alterações no comportamento e hiperatividade nos bichinhos. Então, até que se prove o contrário, existe a possibilidade de que o componente tenha o mesmo efeito em humanos.
Com tantas suspeitas a respeito da ação do Bisfenol-A no organismo humano, alguns países, como Canadá e Costa Rica, resolveram proibir seu uso. Outros ainda discutem se devem ou não restringir a substância.
Mas se livrar do componente não é fácil. Aqui no Brasil, por exemplo, ele está em diversas embalagens de alimentos, recipientes plásticos usados na cozinha, revestimento interno de latas de alumínio, grande parte das mamadeiras plásticas - não existe marca brasileira sem o componente -, copos infantis e até resinas utilizadas em restaurações dentárias.
No caso das embalagens, o Bisfenol-A acaba contaminando o alimento contido ali. "E o pior é que não se sabe o nível de contaminação, já que não há leis que obriguem os fabricantes a informar esse dado", diz Elaine. Em alguns plásticos, existe apenas a indicação da presença da substância. Para identificá-los, basta verificar um triângulo com o número três ou sete.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) informa que existe uma dose segura de Bisfenol-A, que pode ser consumida sem danos à saúde: 0,6 mg por quilo de alimento. "Porém, o componente permanece por um longo período no ambiente, e não se sabe quanto tempo fica no organismo humano. Assim, há o perigo de um efeito cumulativo", alerta a especialista.
Então, vale tentar evitar o contato com o monômero. Algumas medidas aumentam a liberação dele para os alimentos: esquentar a comida contida num plástico no microondas, lavar o plástico com um abrasivo - como esponjas de aço e sapólio - e adquirir produtos ácidos armazenados em latas ou plásticos, por exemplo molho de tomate. Prefira comprar vidros de molho. Outra dica útil é se informar antes de adquirir mamadeiras ou chupetas - já existem marcas estrangeiras que não usam Bisfenol-A, além de mamadeiras de vidro.
Campanha
Elaine e outros profissionais participam de uma campanha contra os desreguladores endócrinos no Brasil. O slogan "Diga não ao Bisfenol-A, a vida não tem plano B" já diz tudo. "Nosso objetivo é alertar a população, entidades governamentais, ONGs e pessoas envolvidas em assuntos relacionados ao meio ambiente sobre os perigos dessa substância", conta a endocrinologista. 
De acordo com ela, existem outras substâncias capazes de substituir o Bisfenol-A na composição dos polímeros. "O ideal seria a substituição até que se prove que o BFA não é prejudicial à saúde", defende Elaine.
Por enquanto, a campanha propõe, além do alerta, que haja regulamentação para o uso do monômero e informações sobre a presença e quantidade de BPA nos produtos feitos de plástico. Mas, pelo jeito, a discussão ainda vai longe.

Por Priscilla Nery (MBPress)
Reprodução: Vila Mulher

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Nova vacina promete combater efeitos da cocaína

Parece que uma das drogas mais conhecidas e perigosas, a cocaína, ganhou um forte inimigo: uma vacina desenvolvida por cientistas americanos promete combater os efeitos da substância - inclusive o prazer buscado por dependentes químicos.
Ronald G. Crystal - professor de medicina genética da Faculdade Médica Weill Cornell e um dos autores do estudo - afirma que a vacina faz com que o organismo fabrique anticorpos contra as moléculas de cocaína. Então, a droga é bloqueada antes que chegue ao cérebro, o que impede a sensação de prazer.
Os resultados animadores só puderam ser alcançados graças ao princípio usado para criar a vacina, que é basicamente o mesmo em qualquer caso. Dessa vez, os cientistas combinaram o vírus da gripe a uma substância que imita a cocaína. Então, nosso corpo passa a ver tanto o vírus quanto a cocaína como inimigos que devem ser neutralizados. Assim, são produzidos anticorpos para combater os alvos, e, da próxima vez que a droga entrar no organismo, será combatida.
"Isso é necessário porque a cocaína não é, naturalmente, identificada como um antígeno (elemento que pode fazer mal ao organismo). Portanto, nosso sistema imunológico não está preparado para neutralizá-la", explica o biomédico Rafael Padovani, diretor do laboratório Rocha Lima e presidente da Associação Brasileira de Biomedicina (ABBM).
Por enquanto, o método foi testado somente em ratos. Mas, devido ao sucesso das tentativas, os testes em humanos já foram liberados pelo governo americano, o que indica que estão em fase final.
Se a vacina tiver nos humanos os mesmos efeitos que teve nos animais, pode causar uma revolução nos tratamentos contra a cocaína. "No entanto, é preciso lembrar que a dependência dos usuários de drogas é física e psicológica. Então, é provável que o acompanhamento médico continue sendo necessário para um tratamento eficaz", afirma Rafael.
Ainda assim, a descoberta é animadora. Para o biomédico, "caso esse método seja bem-sucedido, o mesmo princípio poderá ser usado para a fabricação de vacinas contra as demais drogas, inclusive."
Agora, resta a todos esperar pelos resultados dos testes em humanos. E torcer para que e haja uma nova esperança de vida para dependentes químicos e seus familiares.

Por Priscilla Nery (MBPress)
Reprodução: Vila Mulher

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Você quer apagar sua Luz?


Então, diga NÂO à
DEPENDÊNCIA QUÍMICA!
Imagem retirada de www.terra.com.br
 Álcool e drogas afastam você de seus verdadeiros amigos, destroem as relações familiares e tornam as pessoas farrapos humanos. Por isso, não caia nessa. Mantenha sua luz acesa!!!

 Equipe de Psicopedagogia da EEFMT Prof. Maria Theodora

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Dia 20/02 - Dia Nacional do Combate às Drogas e ao Alcoolismo

Tô Fora! FIEB na luta contra o uso de drogas e álcool

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Nossas Matérias

Combate as Drogas e ao Alcoolismo

A dificuldade em prever o futuro, faz com que o indivíduo jovem não reflita em algumas conseqüências, onde esses fatores contribuem para experimentação de álcool e outras drogas, extremamente prejudiciais à saúde bucal. O uso de drogas é facilmente constatado pelo cirurgião dentista, pois causa danos aos dentes.Duas delas , pelo fácil acesso tem criado mais problemas a saúde bucal dos adolescentes: a nicotina e o álcool..Existem evidências da relação entre o câncer bucal e o tabagismo.Na fumaça do cigarro existem mais de 60 substâncias cancerígenas. As alterações ocorridas na mucosa, somam-se a exposição contínua ao calor gerado pela combustão do fumo ao tragar.
O álcool também é um grande vilão da saúde bucal, especialmente para os adolescentes, pode ter efeitos desastrosos na cavidade bucal, como manchas nos dentes e queimaduras, além da queda do pH (secura da boca), aumentando o risco de doenças periodontais (óssea) e do câncer bucal.
Por isso, é de extrema importância que o profissional tome conhecimento dos hábitos de seus pacientes adolescentes para alerta-los quanto ao risco enquanto  é cedo.O efeito do álcool aumenta a permeabilidade das células da mucosa aos agentes carcinogênicos.As substâncias carcinogênicas presentes nas bebidas alcoólicas também tem grande influência no processo.
O consumo de outras drogas podem ser igualmente prejudiciais, as inalantes (cola de sapateiro,lança perfume,éter,malte,gasolina verniz,clorofórmio,entre outras), podem provocar na cavidade bucal queimaduras de tecidos moles, sensibilidade dentinária e problema periodonta (ósseo).
A cocaína é a 2° droga mais consumida perdendo apenas para maconha, onde seus danos na cavidade bucal são a erosão nos colos cervicais dos dentes, maior formação de cálculos, ressecamento da mucosa da cavidade bucal e a descamação gengival. As drogas também interferem no atendimento clínico como no momento da anestesia, que devem ser esclarecidas na anamnese (conjunto de perguntas sobre a saúde geral do paciente, onde ele não poderá omitir nenhuma resposta) para que prováveis danos sejam prevenidos.

Equipe de Odontologia: ITB Brasílio Flores de Azevedo
Dra. Carolina A. Midlej
Dra. Francine R. Trigo
Dr. Ricardo Batista
ASB: Andréia F. Quintana
Lindalva Rodrigues de Meneses
Magna Aparecida da Silva

Nossas Matérias


Álcool? Drogas? Fique esperto!
Saiba mais sobre seus efeitos no organismo! 

A busca por prazer e descontração, a auto-afirmação, o desejo de ser aceito pelo grupo, a falta de informação e de diálogo entre pais e filhos... As principais causas do uso das drogas envolvem questões comportamentais e ambientais.
Mas, o mais importante nesta história é que quem, infelizmente, entrou neste mundo comprou uma passagem só de ida para a decadência. O que era para ser, a princípio, diversão ou fuga dos problemas e da realidade torna-se vício.
Algumas drogas, como a maconha, são consideradas “leves”. Outras, como o álcool, são lícitas e, em muitas vezes, seu consumo começa em casa.
 Não se iluda caro leitor! O álcool e a maconha são considerados apenas porta de entrada para drogas mais pesadas. Isso sem falar que estas já causam um bom estrago no organismo.
Os efeitos das drogas no organismo são conhecidamente devastadores. Mas, não custa relembrar alguns:
  • Perda parcial da memória;
  • Debilidade da inteligência e de poder idealizador;
  • A fala fica lenta, difícil e pesada;
  • Torna-se indiferente, egoísta;
  • Perde o sentido moral e o carinho familiar;
  • Deixa de existir qualquer sentido de vontade própria e seu interesse se volta apenas para a procura da droga. Recorre inclusive, ao crime para iludir a angústia do estado de abstinência;
  • Adquire a mania do leito;
  • Nega violentamente ser viciado ou se vangloria disso;
  • Torna-se sujo, descuidado;
  • Abolição de reflexos;
  • Enfraquecimento cardíaco;
  • De afável, passa a ser grosseiro;
  • Anorexia e constipação pertinaz, hipofunção hepática. A desnutrição progressiva leva o paciente a estados carenciais, que comprometem sua vitalidade (caquexia morfínica).
  • Perde sua linha e seu pudor e ultrapassa limites.
Então, caro leitor... É melhor pensar bem se você é um daqueles que já teve curiosidade ou acha que experimentar ou consumir esporadicamente não haverá conseqüências para sua saúde!
Nossa equipe de Educação em Saúde está disponível para um bate-papo ou maiores esclarecimentos sobre o assunto.
Luciane Barufi de Macedo
Renata Cano Ferreira Freitas
Fonoaudiólogas da FIEB

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Escolha Viver Sem Drogas


Créditos: Grupo Desenho Animado Ambiental. Integrantes: Charles Silva, Raphael Alexandre, Igor Orzechowski, Marcos Pereira e José Francisco.

Como falar sobre uso de álcool com seus filhos

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dia 8 de Fevereiro é Dia da Internet Segura

Cada vez mais o tema da insegurança e falta de privacidade online, são um assunto em destaque. Assim, de forma a prevenir perigos na Internet, o dia 8 de Fevereiro de 2011 comemora mais um dia Mundial da Internet Segura, e a organização Safer Internet Day preparou um evento para sensibilização deste assunto que é, pertinente a uma sociedade, cada vez mais, digital.
O uso da Internet de uma forma segura e consciente, deve ser realizada por todos nós e para promover essa atitude a INSAFE, da organização Safer Internet Day, mobilizou 65 países de todo o mundo. Assim, este evento sensibiliza os utilizadores para que, neste ano de 2011, o tema seja “Estar online é mais que um jogo. É a sua vida”.

Reprodução: Peopleware

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Você conhece ou já ouviu falar na Audioteca?

Audioteca Sal & Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros) para pessoas cegas ou com deficiência visual, em todo o território nacional, de forma gratuita. Possui, hoje, mais de 1.700 associados e conta, em seu acervo, com cerca de 2.700 títulos, entre didáticos/profissionalizantes e literatura.
O objetivo é proporcionar, aos associados, meios para a conquista de uma vida com qualidade.
Os audiolivros são para empréstimo exclusivo aos associados da Audioteca Sal & Luz. Cada associado poderá receber um total de 18 fitas ou cd por remessa e o prazo de empréstimo é de 30 dias, podendo ser prorrogado, se solicitado com antecedência. Clique aqui para saber como se associar.
Os pedidos podem ser feitos por e-mail, carta, telefone ou pessoalmente na sede da Audioteca. Os livros solicitados poderão ser retirados na Audioteca pelo associado ou pessoa por ele autorizada, ou remetidos para a residência do mesmo por “cecograma”, um serviço gratuito dos Correios e Telégrafos. A devolução deve ser feita pelo mesmo processo.
Se você é um deficiente visual, não deixe de aproveitar essa fonte de conhecimento. Se você não é um deficiente mas conhece um, não deixe de divulgar. O projeto Livro para Voar apoia essa ideia!

Reprodução: Blog da ALE